mercoledì 21 ottobre 2020

Finanza Alternativa: il crowdfunding

Finanza Alternativa
il crowdfunding 

Fra le nuove soluzioni di Finanza Alternativa per le imprese va annoverato l’equity Crowdfunding che, partito in sordina contemporaneamente ai minibond, ha segnato un ottimo tasso di crescita negli ultimi tempi, anche grazie all’estensione a tutte le PMI di questa opportunità, inizialmente riservata a startup e PMI innovative.

Il crowdfunding viene associato alla ricerca di finanziatori per un’iniziativa attraverso la rete Internet, rivolgendo un appello diretto alla ‘folla’ dei web surfer - anche per piccole iniziative considerate singolarmente - invece che ai tradizionali canali intermediati da investitori professionali quali banche, fondi di private equity e venture capital, business angel.

 

Negli ultimi 10 anni, i prestiti delle banche italiane alle imprese sono crollati di oltre 186 miliardi di euro. Il calo, che in media è pari a quasi 20 miliardi l'anno, e' stato del 21,79%, dagli 856 miliardi di luglio 2010 ai 669 miliardi di luglio 2020.

Molte imprese per naturale evoluzione o per gli effetti della crisi mondiale hanno deciso di chiudere le attività, ma quelle che sono sopravvisute o quelle nuove nate hanno cercato sostegno in queste nuone forme di finanziamento. La dimensione ‘social’ di Internet consente infatti di creare un coinvolgimento collettivo dei finanziatori, che interagiscono in rete non solo come fornitori di capitale, ma anche come possibili contributori al progetto stesso, nella logica del crowdsourcing. Da questo punto di vista il vantaggio del crowdfunding non è legato solo all’opportunità di finanziamento, ma anche al possibile valore aggiunto dato dall’azione di marketing e di ‘validazione-critica’ di un progetto imprenditoriale attraverso la rete.


Singole persone investono insieme in un'azienda ed in cambio ricevono un ritorno, diverso per tipologia di strumento (prodotti o servizi, interessi e capitale, quote e partecipazione agli ultili). E’ la disintermediazione, spinta dalla facilità e “vicinanza” caratteristiche della rete, dalla ricerca alle volte di rendimenti più soddisfacenti, dalla voglia di mettersi in gioco. Inoltre con la Legge di Bilancio 2019 sono entrate in vigore regole agevolative per coloro che investono nel capitale di rischio di startup e PMI innovative.

Lato imprese è facile da dirsi, cercano soluzioni nuove a questioni normali e correnti da secoli.

Lo scorso anno la raccolta attraverso il crowdfunfing è stata pari a € 49,0 milioni, più del doppio rispetto al periodo precedente, mentre le piattaforme di lending hanno erogato a titolo di prestito alle PMI italiane oltre € 150 milioni.

E’ un mondo interessante ed in continua evoluzione, per approcciarlo servono competenze e strumenti adeguati ed un affiancamento tecnico e professionale, strumentale per il raggiungimento degli obiettivi. Presentare un Progetto di sviluppo non è solo redigere un business plan, ma definire un quadro strategico chiaro ed equilibrato.

Assinatura de Pacote Comercial de Brasil com os EUA

Brasil e Estados Unidos (EUA) assinaram nesta segunda-feira, 19 de outubro, Protocolo ao Acordo de Comércio e Cooperação Econômica bilateral. Trata-se de pacote comercial ambicioso e moderno que visa à promoção dos fluxos bilaterais de comércio e investimento.

O Acordo de Comércio e Cooperação Econômica, cuja sigla é ATEC - “Agreement on Trade and Economic Cooperation”, é um mecanismo bilateral, criado em 2011, mas ativado apenas em março de 2019, quando os Presidentes Trump e Bolsonaro lançaram a “Parceria para a Prosperidade” durante a visita do Presidente Jair Bolsonaro a Washington. No encontro de Mar-A-Lago, em março do corrente ano, os líderes dos dois governos deram contornos mais concretos a essa parceria, ao instruir suas equipes negociadoras a fechar o texto do pacote comercial agora firmado.

A assinatura do pacote comercial insere-se em contexto mais amplo da política de comércio exterior brasileira, cujo principal objetivo tem sido o de criar ambiente econômico favorável aos negócios e à reinserção competitiva do Brasil na economia internacional. Pretende-se que o pacote forme a base de um amplo acordo comercial a ser futuramente negociado entre as duas maiores economias do continente americano. Os compromissos assumidos estão alinhados com demandas históricas dos setores privados de ambos os países.

O texto do Protocolo contém, além de disposições gerais a respeito de entrada em vigor e mecanismo de consultas sobre as obrigações adotadas pelas Partes, três Anexos que versam, respectivamente, sobre I) Facilitação de Comércio e Cooperação Aduaneira; II) Boas Práticas Regulatórias; e III) Anticorrupção.

Facilitação de Comércio
O Anexo I, sobre Facilitação de Comércio, diz respeito a procedimentos burocráticos (administrativos e aduaneiros) relacionados às operações de exportação, importação e trânsito aduaneiro de mercadorias. Os compromissos assumidos objetivam reduzir a burocracia do comércio exterior, diminuindo prazo e custo das operações realizadas por agentes privados. Segundo estimativa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), reformas profundas em facilitação de comércio têm o condão de reduzir em até 14,5% os custos de uma operação de comércio no Brasil.

As disciplinas de facilitação de comércio acordadas com os Estados Unidos são abrangentes, com compromissos que alcançam não apenas as autoridades aduaneiras, mas diversas agências governamentais intervenientes no comércio exterior. Há compromissos importantes para o uso de tecnologias no processamento das exportações e importações com o intuito de reduzir tempos e custos das operações. São medidas relacionadas a emprego de documentos eletrônicos, pagamentos eletrônicos, interoperabilidade entre guichês únicos de comércio exterior e automação na gestão de riscos, inclusive com o emprego de “machine learning” e inteligência artificial. Há também seção destinada ao tratamento a ser conferido a produtos agrícolas, de especial interesse do Brasil e dos Estados Unidos, grandes exportadores nesse setor.

O documento prevê, ainda, que os países trabalharão em conjunto para a celebração de um Acordo de Reconhecimento Mútuo dos seus Programas de Operadores Econômicos Autorizados (OEA).

O texto é o mais avançado na área negociado pelo Brasil e um dos capítulos sobre facilitação de comércio mais ambiciosos já negociados em âmbito global, indo além dos compromissos celebrados no âmbito do Acordo sobre Facilitação de Comércio da OMC.

Boas Práticas Regulatórias
Por sua vez, o Anexo II, sobre boas práticas regulatórias, vai ao encontro de recentes medidas internas adotadas pelo Brasil. “Good regulatory practices” -- ou “boas práticas regulatórias”, em português -- são processos, sistemas, ferramentas e métodos reconhecidos internacionalmente para a melhoria da qualidade da regulação, ou seja, da intervenção do Estado na atividade econômica.

O Protocolo de Boas Práticas Regulatórias negociado com os Estados Unidos constitui importante etapa na evolução recente de desenvolvimento e incorporação de instrumentos de boas práticas regulatórias pelo Brasil e está em linha com os esforços do Governo Federal para tornar o ambiente de negócios no Brasil mais transparente, previsível e aberto à concorrência, garantindo que a intervenção do Estado ocorra apenas quando necessário e não seja demasiadamente onerosa para a sociedade, conforme estabelece a Lei nº 13.874, de 2019 (“Lei da Liberdade Econômica”). Estima-se que a ineficiência regulatória gere um custo aproximado de R$200 bilhões anuais para a sociedade brasileira. Trata-se de texto moderno e com compromissos vinculantes sobre o tema, além de prover garantia da adoção de práticas similares em um dos principais mercados para as exportações e investimentos brasileiros.

Anticorrupção
Já o Anexo III, que trata sobre esforços Anticorrupção, reafirma, bilateralmente, o núcleo duro das obrigações legislativas a que Brasil e Estados Unidos se vincularam multilateralmente, em especial no âmbito da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (2003), da Convenção Interamericana contra a Corrupção (1996) e da Convenção da OCDE sobre Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais (1997).

O escopo do referido Anexo, em linha com recentes iniciativas do Brasil, expande, para além da esfera estritamente criminal, a atuação doméstica e a cooperação internacional anticorrupção, ao abarcar também as esferas civil e administrativa. Trata-se de evolução relevante nas tarefas de combater, mediante a recuperação de ativos, o eixo central das cadeias delitivas organizadas: seus fluxos financeiros. O texto reforça, portanto, o compromisso conjunto para o combate à corrupção.

(Fonte https://www.gov.br/economia/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/2020/outubro/assinatura-de-pacote-comercial-com-os-eua)

mercoledì 14 ottobre 2020

Finanza Alternativa: innovazione e nuovi strumenti

Finanza Alternativa: innovazione e nuovi strumenti  
natura abhorret a vacuo

Le soluzioni finanziarie non bancarie sono definite di “Finanza Alternativa”.

Normalmente le società in Europa sono finanziate dal sistema bancario, il quale ha dovuto ripensare il proprio modello di business a seguito della crisi finanziaria mondiale del 2008, con conseguenze sulle PMI e le start-up, che hanno visto ridursi drasticamente l’ossigeno finanziario per andare avanti.

Parmenide (500 aC) e successivamente Aristotele ci hanno insegnato che “la natura rifugge il vuoto” (natura abhorret a vacuo), in sostanza ogni spazio vuoto viene automaticamente riempito da qualcos’altro. E’ quello che è successo a seguito degli eventi sopra descritti (da Lehman Brothers in poi), gli spazi vuoti lasciati dalle banche tradizionali sono stati riempiti da nuovi tipi di finanziamenti, che hanno preso il nome Finanza alternativa.

 

Ad oggi l'ammontare annuo di finanziamenti raccolti dalla finanza alternativa in Europa è di circa 10 miliardi di euro e l'industria continua a crescere del 40% all'anno, ma ci sono enormi differenze nell'adattamento della finanza alternativa nei paesi in Europa. Il Regno Unito è di gran lunga il piu grande mercato e qui sono raccolti almeno 2/3 della finanza alternativa europea.

Dalla crisi finanziaria il numero di aziende che offrono queste soluzioni finanziarie è cresciuto rapidamente e sta diventando la principale fonte di finanziamento per le aziende in Europa. Il tipo più noto di finanziamento alternativo è il crowdfunding (prossima pillola), ma esistono vari tipi di finanziamento alternativo attualmente disponibili.

Fra quelle offline, ci sono business angels, fondi di venture capital, family office, prestiti convertibili e finanziamenti mezzanini. Alcuni di loro forniscono finanziamenti in azioni ed in cambio si aspettano una quota della proprietà di una società. Altri si concentrano su un prestito.

 

I business angels sono privati ​​che investono in azioni di una società. Nella maggior parte dei casi investono in una fase molto precoce e affiancano i fondatori dell'azienda. Regolarmente sono imprenditori di successo loro stessi. È importante che il business angel capisca la società in cui sta investendo, pertanto è opportuno trovarlo con esperienza nel settore specifico. L'importo del finanziamento è per lo più limitato da 50.000 a mezzo milione di euro e regolarmente co-investe con alcuni business angels allo stesso tempo.

Le imprese di venture capital normalmente investono in un'azienda in una fase successiva. Non investono i propri soldi, ma gestiscono i fondi di altre persone.

I fondi di capitale di rischio sono focalizzati su settori specifici. Ricevono molte richieste ed investono solo in poche aziende, è necessario quindi disporre di una proposta forte e di strumenti adeguati. In genere investono tra mezzo milione e fino a 10 milioni di euro. Forniscono risorse ad una società in una fase di crescita.

Il family office è un tipo speciale di fondo, gestiscono fondi da famiglie benestanti. Sono flessibili nei tipi di investimento e forniscono tutti i tipi di soluzioni finanziarie da sovvenzioni e prestiti a investimenti azionari.

I prestiti convertibili ed il finanziamento mezzanino sono soluzioni finanziarie che offrono un prestito con il potenziale di convertirlo in azioni o con un tasso di interesse che dipende dal successo dell'azienda. Entrambe le soluzioni sono interessanti per mercati in rapida crescita, ma imprevedibili.

lunedì 6 aprile 2020

Covid-19, arriva il Bando da 7 milioni di euro per la ricerca sanitaria

Il Ministero della Salute, in relazione all'emergenza COVID-19, destina 7 milioni di euro per progetti di ricerca di durata di 12 mesi, utilizzando fondi per la ricerca corrente degli IRCCS, relativi agli anni finanziari 2020 e 2021.
Trattandosi di fondi afferenti alla ricerca corrente, capofila dei progetti saranno gli Istituti di ricovero e cura a carattere scientifico (IRCCS). 
Il gruppo di ricerca potrà essere composto da unità operative afferenti a tutti i destinatari istituzionali e cioè: Istituto superiore di sanità, Istituto nazionale per l'assicurazione contro gli infortuni sul lavoro, Agenzia nazionale per i servizi sanitari regionali, Regioni e Province autonome e Istituti zooprofilattici sperimentali
Ciascun progetto di ricerca deve comprendere un minimo di 5 ed un massimo di 7 unità operative - di cui una sola non facente parte del SSN - e deve prevedere una richiesta di finanziamento al Ministero della salute non superiore a euro 1 milione complessivi.
La finalità dei progetti dovrà essere quella di acquisire rapidamente conoscenze in relazione a potenziali misure cliniche e di sanità pubblica che possono essere utilizzate immediatamente per migliorare la salute dei pazienti per contenere la diffusione di SARS-CoV-2 e comprendere la patogenesi del COVID-19, consentendone la sua gestione e la sua risoluzione.
Il bando scadrà il 24 aprile secondo le tempistiche indicate nel bando stesso.
Per saperne di più vai al Bando COVID 19:
www.salute.gov.it/...gua=italiano&id=216

martedì 2 luglio 2019

UE e Mercosur firmano accordo dopo 20 anni

L’Unione europea ha raggiunto un accordo commerciale con i Paesi del Mercosur (Brasile, Argentina, Uruguay e Paraguay) dopo vent’anni di trattative. 

L’accordo raggiunto prevede che verranno rimosse le barriere tariffarie che riguardano i prodotti europei nel settore auto (che oggi paga un dazio al 35%), componenti di automobili (14-18%), macchinari (14-20%), prodotti chimici (fino al 18%), prodotti farmaceutici (fino al 14%), abbigliamento e calzature (35%) e tessuti a maglia (26%).

«L’accordo farà risparmiare alle imprese europee oltre 4 miliardi di euro di dazi, quattro volte di più del nostro accordo con il Giappone, dando loro un vantaggio rispetto ai concorrenti di altre parti del mondo», sostiene il commissario al commercio Cecilia Malmstroem. 

Anche i governi di Argentina e Brasile hanno definito l’accordo «storico». 

Dal canto suo, l’agroalimentare europeo beneficerà del taglio delle tariffe su prodotti come cioccolatini e dolciumi (oggi al 20%), vini (al 27%), bevande alcoliche (dal 20 al 35%) e analcoliche (dal 20 al 35%). Previste quote di ingresso a dazio zero per i prodotti lattiero-caseari dell’Ue (oggi al 28%), in particolare per i formaggi.

I paesi del Mercosur riconosceranno tutela a 357 prodotti alimentari e bevande europei Dop e Igp, 52 dei quali italiani.


Una grande opportunità.

mercoledì 10 aprile 2019

Brasile: investimenti e progetti in infrastrutture

Il Brasile necessita di grandi investimenti.

Nei prossimi 10 anni è stato stimato un fabbisogno di 70 miliardi di euro per sostenere gli investimento del Paese "Verde Oro"; fra questi ci sono progetti infrastrutturali che includono concessioni per 12 aeroporti, ferrovie e terminal portuali, anche attraverso il partenariato pubblico-privato.

Oltre a ferrovie e aeroporti, interessanti opportunità di investimento coinvolgono il settore portuale, uno dei comparti chiave per il miglioramento della competitività delle esportazioni di risorse agricole e minerarie, che complessivamente costituiscono la principale voce della bilancia commerciale brasiliana.

(Fonte Min. Esteri.it)

giovedì 3 maggio 2018

O crescimento de investimentos chineses na Nova Economia do Brasil

A China prometeu que o investimento direto estrangeiro na América Latina alcançará US$250 bilhões até 2025 – e o Brasil é um foco!

Em 2009, a China passou os EUA e tornou-se o maior parceiro comercial do Brasil. Os Estados Unidos foram o maior parceiro comercial do Brasil por cerca de 80 anos antes dos Chineses assumirem a ponta, graças ao crescimento na importação de commodities agrícolas e minerais, como soja e minério de ferro. A China segue sendo o maior parceiro comercial do Brasil e agora deseja mais do que comprar commodities brasileiras; os chineses estão com apetite para investir na Nova Economia do Brasil.
O 99, primeiro unicórnio brasileiro, só atingiu este valuation (valor de mercado) graças a investimentos chineses. A própria Didi, espécie de Uber do país, é um dos maiores unicórnios do mundo – seu valor de mercado é estimado em cerca de US$ 58 bilhões. O investimento na 99 é peça fundamental em sua estratégia de expansão na América Latina.
A prefeitura de São Paulo anunciou recentemente acordo para que 80 mil bicicletas compartilhadas sejam colocadas à disposição da população este ano.  Mobike, empresa de compartilhamento de bicicletas chinesa, está entre as quatro empresas permitidas a operar este serviço em São Paulo. A startup foi recentemente vendida por US$ 2,7 bilhões de dólares para a gigante chinesa de tecnologia Meituan Dianping, espécie de Groupon misturado com Yelp com outros serviços da China. Mobike já opera em diversos países na Europa e esta entrando com força na América Latina. A empresa oferece o serviço de bike compartilhada, mas é uma gigante de tecnologia, rica em dados de milhões de usuários.
Investimentos de capital de risco de empresas chinesas na América Latina foram de US$ 30 milhões em 2015, antes do Donald Trump ser eleito nos EUA, para US$ 1 bilhão em 2017, após a eleição do presidente. Enquanto Trump explica sua politica externa no slogan “America First”, a China vai na contramão, focando em preencher o vácuo deixado pelos americanos e internacionalizar suas empresas em velocidade avassaladora. Uma das ações mais significativas é a construção da versão moderna da rota da seda com o “One Belt One Road”, plano governamental que já tem acordos firmados com mais de 60 países e promete investir mais de US$ 1 trilhão além das fronteiras chinesas.
Pouco depois das eleições de 2016 nos EUA, a China “prometeu que o investimento direto estrangeiro na América Latina alcançará US$250 bilhões até 2025”. Eles estão chegando! Prepare-se para encontrar maior impacto de investimentos chineses na Nova Economia brasileira! E não será apenas em empresas de tecnologia. Chineses estão investindo até mesmo em times de futebol no Brasil. Chineses compraram o Desportivo Brasil, time de futebol no interior do estado de São Paulo e colocaram Brunoro, ex-CEO do Palmeiras, como presidente do time. Por quê? O que este investimento em futebol no Brasil tem a ver com a Nova Economia? Parte da modernização da economia chinesa envolve o desenvolvimento do setor de entretenimento.
No começo da década de 90, a China era um país pobre e rural. Saiu da lama tornando-se a fábrica do mundo e produzindo de maneira extremamente eficiente e barata graças a maior urbanização da história da humanidade. Hoje, a China é a segunda maior economia do mundo e a base dela vem se modernizando rapidamente. Em algumas áreas como e-commerce, fintechs e inteligência artificial, a China já é líder mundial. O governo chinês deixa claro que uma de suas principais metas é modernizar a economia e desenvolver o hábito de consumidor dos chineses, que tem uma das menores médias de gasto por pessoa em entretenimento do mundo. Estima-se que até 2020, 600 milhões de chineses serão parte da classe-média na China. O governo quer este povo consumindo para ter uma economia baseada em serviços.
Um dos exemplos mais recentes de investimentos chineses na indústria de entretenimento no Brasil vem da Ledman Optoelectronic, gigante da fabricação de LEDs que patrocina a segunda divisão do campeonato português. Recentemente, anunciaram que a empresa está entrando no futebol brasileiro e vai assumir o Nacional da Amazônia, clube que disputa a quarta divisão do campeonato brasileiro.
O Brasil é a maior economia da América Latina, sétima maior economia do mundo, possui a quinta maior população e um mercado crucial para gigantes como Facebook e Google. A Economia do Brasil é maior que a do resto da América do sul somada. A economia de São Paulo é maior que a economia da Argentina inteira. Portanto, quando empresas buscam se globalizar, é inevitável colocar o Brasil no mapa. Além disso, o país está sendo considerado por muitos como “barato” devido a atual crise política e econômica. Considere que a China só perde para os Estados Unidos em números de unicórnios (empresas de tecnologia de capital fechado que possuem valor de mercado superior a um bilhão de dólares). Estas empresas da Nova Economia que levantaram centenas de milhões de dólares ou até bilhões e buscam crescer a qualquer custo intensificarão seu processo de internacionalização e o Brasil é peça fundamental na estratégia de expansão global de qualquer empresa com verdadeira ambição global.
Duas coisas me incomodam demais: 1) Brasileiros criticando exacerbadamente nosso Brasil para estrangeiros. O complexo de vira-lata ainda é forte demais. Temos problemas, sim. Mas também temos muitas coisas maravilhosas no nosso lindo país. Não conheço nenhum outro povo que foca tanto na metade vazia do copo ao comunicar-se com estrangeiros. 2) O quão pouco os brasileiros conhecem sobrem a China. Eu nasci e cresci em São Paulo e simplesmente a China não fazia parte das aulas de história ou economia do meu querido colégio Sion. Por quê tive que decorar sobre a guerra civil americana na escola e não foi nem mencionada a revolução cultural na China? Em um mundo cada vez mais globalizado, onde as distâncias estão cada vez menores, não dá mais para ignorar a segunda maior economia do mundo que é lar para 20% da população mundial e tem ambição e bolso para causar grande impacto no nosso novo Brasil e na nova economia global. Zàijiàn!

(fonte investe.sp.gov.br)

martedì 24 aprile 2018

Brasil: Aneel libera operação comercial de 12,5 MW de solares na Bahia

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou nesta segunda-feira, 23 de abril, a operação comercial de cinco unidades de 2.500 kW cada, somando 12,5MW de potência da usina de geração fotovoltaica denominada UFV Assuruá III, segundo publicação do Diário Oficial da União na mesma data. 

O empreendimento está localizado no município de Gentio do Ouro, na Bahia.

A Aneel também aprovou a operação comercial de uma unidade de 4 MW da UTE Mogiana Bio Energia, localizada em São Joaquim da Barra, São Paulo.
Outra a receber o aval do órgão regulador foi a CGH Luiz Dias, que poderá operar a turbina UG2, de 810 kW. 
A usina é de posse da Cemig e está situada em Itajubá, Minas Gerais.

Já a UFV Guaimbé 3 recebeu o parecer positivo da Agência e poderá operar 22 unidades em regime de testes, cada uma com 1.550 kW, totalizando 30 MW de capacidade, limitada por controle de potência dos inversores. 
A usina está localizada em Guaimbé, São Paulo.

martedì 27 febbraio 2018

Finanza per imprese: nuovo accordo e garanzie

Nuovi strumenti e garanzie fanno parte dell'accordo firmato da ABI e Confindustria, dove si prevedono finanziamenti più lunghi, meno costosi e di ammontare superiore per i contratti fra banche e imprese garantiti da un bene immobile.
L’accordo regolamenta infatti le nuove forme di garanzia sui finanziamenti bancari previste dal Dl 59/2016 e riguarda
il pegno mobiliare non possessorio, previsto dall’articolo 1 del dl 59/2016: consente alle imprese di dare in garanzia beni mobili, anche immateriali, destinati all’esercizio di impresa, per ottenere prestiti. I beni restano però nella disponibilità dell’impresa, che quindi può continuare ad utilizzarli per l’attività.
Il trasferimento di bene immobile sospensivamente condizionato (articolo 2 del medesimo decreto): prevede la garanzia di un diritto reale immobiliare, che viene trasferito in caso di inadempienza.

giovedì 28 settembre 2017

Fortaleza para Forbes è a melhor capital brasileira para se investir

Risultati immagini per fortaleza
A revista Forbes no Brasil, especializada em negócios e economia, apontou Fortaleza como a melhor capital brasileira para se investir. Segundo a publicação, a Prefeitura de Fortaleza tem estimulado o empreendedorismo e valorizado características da cidade, criando, assim, ambiente favorável ao surgimento de oportunidades de negócios em áreas estratégicas para o município.

Isso pode ser visto no desenvolvimento da capital e na geração de mais emprego e renda para a população, mesmo no período de turbulência que o País passa.

Confira o que disse a Forbes Brasil Eleita em 2015 como a melhor Capital do Brasil para receber investimentos externos, Fortaleza apresenta um grande potencial para atração de novos negócios, uma vez que possui a maior concentração de cabos submarinos de fibra ótica do Continente Americano (oito cabos submarinos, contabilizando 15 pontos de entrada e saída desses cabos), com uma posição geográfica privilegiada e estratégica, próxima dos continentes europeu e africano, assim como dos Estados Unidos, além de ser a segunda cidade do Brasil na geração de novos empregos no período de 2013 a 2016.

Estão previstas medidas complementares aos incentivos fiscais já em curso, ampliando as áreas incentivadas, como o Programa de Desenvolvimento Econômico de Fortaleza e o Programa de Apoio a Parques Tecnológicos e Criativos de Fortaleza, que promovem atração e desenvolvimento de novos negócios por meio da redução de tributos municipais .

Nas ações de valorização do empreendedorismo, a Prefeitura está oferecendo suporte para a internacionalização de empresas, capacitações em Gestão, consultoria técnicas, além de Programa de Mentorias e a criação de Incubadoras de empresas.

(fonte http://cearanews7.com) 

mercoledì 21 giugno 2017

Plafond PMI - CDP

La Cassa Depositi e Prestiti ha messo a disposizione un nuovo strumento destinato al finanziamento di investimenti, da realizzare o in corso di realizzazione, e ad esigenze di incremento del capitale circolante delle PMI.

Il plafond ammonta a 5.984 milioni di euro.

(fonte e info Cassa depositi e prestiti)

mercoledì 19 aprile 2017

Banco Central do Brasil faz o maior corte nos juros em oito anos


Instituição decidiu reduzir taxa de 12,25% ao ano para 11,25%. Expectativa do mercado é de que taxa caia mais, para 8,5% ao ano

Pela quinta vez consecutiva, o Banco Central decidiu cortar os juros básicos da economia (Selic). Nesta quarta-feira (12), a instituição levou a taxa de 12,25% ao ano para 11,25% – o maior corte em oito anos.
Em decisão unânime, a diretoria do BC optou por acelerar o ritmo de cortes. Na reunião anterior, o ajuste feito na taxa havia sido de 0,75 ponto percentual; agora, passou para 1 ponto percentual. Com esse movimento, a Selic caiu ao menor nível desde outubro de 2014, quanto estava em 11% ao ano.
Essa taxa é usada como referência por bancos ao conceder empréstimos a empresas e consumidores e é considerada como um parâmetro para definir o custo do capital no Brasil. Na prática, ela é a taxa mínima de retorno de um investimento e, quanto mais baixa ela fica, mais interessante é para o empresariado tirar projetos da gaveta e contratar.
Em comunicado divulgado após a decisão, a diretoria BC afirmou que o comportamento da inflação e a queda de preço dos alimentos são favoráveis para a política monetária. “Essa intensificação moderada (corte mais forte nos juros) em relação ao ritmo das reuniões de janeiro e fevereiro mostra-se, no momento, adequada”, avaliou o BC no comunicado.
Ainda no documento, a instituição explicou que o Comitê de Política Monetária entende que o movimento observado na inflação, que deve recuar para níveis ao redor de 4,5%, é compatível com o processo de flexibilização monetária (corte de juros).
Empréstimos e financiamentos
A taxa básica de juros também tem influência direta sobre o quanto um consumidor paga por empréstimos e financiamentos. Quando o BC altera o valor desta, também muda o custo dos bancos para captar recursos, dinheiro que será emprestado posteriormente aos clientes.
Se o custo do banco sobe, o empréstimo para o consumidor também pode subir. Se a taxa baixa, esse custo pode baixar. Os juros básicos ainda têm uma importância grande, porque ajudam a controlar a inflação.
O que é meta de inflação
No Brasil, para os preços não saírem de controle, foi criado um sistema de metas de inflação. Ele funciona assim: o Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão formado por ministros de Estado, define um objetivo a ser perseguido pelo Banco Central. Em 2017, a meta é uma inflação em 4,5%.
Essa meta, no entanto, permite uma margem para abrigar possíveis crises e choques de preço, ou seja, em situações excepcionais, o IPCA pode chegar a, no máximo, 6% e a no mínimo 3%.
(Fonte http://www.brasil.gov.br)

martedì 21 marzo 2017

Caribbean Investment Opportunities

In Saint Martin, we are ready to start building a residential complex of high level, facing the sea, in an area 5 minutes from the city center but perfectly secluded, quiet, unique and with access restricted and monitored 24 hours a day, 7 days a week.


Are apartments of 140 square meters + 44 sqm terrace with sea view, on 2 modules of 4 levels that follow the natural contour of the hill.

Modular project, good performance and pay back quickly.



For those interested in the project, please contact me at 
international@magnaniconsulenze.it

lunedì 20 febbraio 2017

Contratto di Sviluppo

ll contratto di sviluppo costituisce uno strumento di programmazione negoziata finalizzato a favorire la realizzazione di programmi strategici ed innovativi di rilevante dimensione; è uno strumento agevolativo diretto a sostenere programmi nel settore industriale, turistico e per la tutela ambientale.

Le agevolazioni sono concesse nella forma di finanziamento agevolato, contributo in conto interessi, contributo in conto impianti e contributo alla spesa, anche in combinazione tra loro a seconda delle caratteristiche dei progetti e dei relativi ambiti di intervento.
I contratti di sviluppo in particolare finanziano, attraverso un mix di agevolazioni, programmi di:

- tipo industriale, compresa la trasformazione e commercializzazione di prodotti agricoli;
- nel settore turistico;
- per la tutela ambientale.

Le agevolazioni consistono in finanziamenti agevolati, contributi in conto interessi, contributi in conto impianti e contributi alla spesa e possono concesse anche in maniera combinata tra loro a seconda delle caratteristiche dei progetti e dei relativi ambiti di intervento; fra le condizioni previste dalla nuova disciplina ai fini dell’ammissione alle agevolazioni, i programmi di sviluppo industriale devono essere coerenti con il piano Industria 4.0.

(fonte MISE)

mercoledì 15 febbraio 2017

Mise: Piano Nazionale Industria 4.0

La quarta rivoluzione industriale

L’espressione Industria 4.0 è collegata alla cosiddetta “quarta rivoluzione industriale”. Resa possibile dalla disponibilità di sensori e di connessioni wireless a basso costo, questa nuova rivoluzione industriale si associa a un impiego sempre più pervasivo di dati e informazioni, di tecnologie computazionali e di analisi dei dati, di nuovi materiali, componenti e sistemi totalmente digitalizzati e connessi (internet of things and machines).
Industria 4.0 richiede soluzioni tecnologiche per:
  • ottimizzare i processi produttivi
  • supportare i processi di automazione industriale
  • favorire la collaborazione produttiva tra imprese attraverso tecniche avanzate di pianificazione distribuita, gestione integrata della logistica in rete e interoperabilità dei sistemi informativi.
I nuovi processi produttivi si basano in particolare su:
  • tecnologie di produzione di prodotti realizzati con nuovi materiali
  • meccatronica
  • robotica
  • utilizzo di tecnologie ICT avanzate per la virtualizzazione dei processi di trasformazione
  • sistemi per la valorizzazione delle persone nelle fabbriche.

Il Piano nazionale

I principali paesi industrializzati si sono già attivati a supporto dei settori industriali nazionali in modo da cogliere appieno quest’opportunità. L’Italia ha sviluppato un “Piano nazionale Industria 4.0 2017-2020” che prevede misure concrete in base a tre principali linee guida:
  • operare in una logica di neutralità tecnologica
  • intervenire con azioni orizzontali e non verticali o settoriali
  • agire su fattori abilitanti.
Le direttrici strategiche sono quattro:
  • Investimenti innovativi: stimolare l’investimento privato nell’adozione delle tecnologie abilitanti dell’Industria 4.0 e aumentare la spese in ricerca, sviluppo e innovazione
  • Infrastrutture abilitanti: assicurare adeguate infrastrutture di rete, garantire la sicurezza e la protezione dei dati, collaborare alla definizione di standard di interoperabilità internazionali
  • Competenze e Ricerca: creare competenze e stimolare la ricerca mediante percorsi formativi ad hoc
  • Awareness e Governance: diffondere la conoscenza, il potenziale e le applicazioni delle tecnologie Industria 4.0 e garantire una governance pubblico-privata per il raggiungimento degli obiettivi prefissati.

Ministero Sviluppo Economico

venerdì 13 gennaio 2017

Palazzo Italia Auckland NZ



ristorante
pizzeria
caffetteria
wine bar 
retail 
showroom 
business center 
import/export

Solo prodotti "Made in Italy"


Per aziende italiane attive nei settori food e design, 
interessate al mercato della Nuova Zelanda. 
palazzoitalia.co.nz